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Mostrando postagens de novembro, 2025

Retratos de FLORIANO

 A Praça é Nossa  A Praça Ainda sondamos, com saudades, dos passeios, dos arvoredos, dos bambuais, do bar Sertã, do coreto e dos contornos da praça doutor Sebastião Martins, que hoje encontra-se transformada num objeto de desejo dos tempos modernos. Não sentamos mais nos bancos para jogar conversa fora, não há mais a poesia de outrora e nem aquela cervejinha saborosa; não há mais os mesmos jardins; há, apenas, detalhes estranhos que se cruzam no vai e vem da rotina da cidade. Estou com febre. A poesia, agora, é outra. O Clube do Rum não existe mais e os Malandros não botam o seu bloco na rua. Os incautos tomam de conta das novas tendências. Não sei se serei mais feliz.

Retratos de FLORIANO

 Tibério Melo (POST de 2007) Tibério em 2007 São esses momentos raros e de extrema inspiração, que apanhamos uma tarde aconchegante no famoso Flutuante em tarde nublada mas também poética. Fazíamos um roteiro, matando a saudade e revendo lugares e esse momento de descontração nos deixava emocionados. Eu e o nosso irmão Tibério ( foto ), economista e que hoje mora no Rio de Janeiro, relembrávamos boas passagens quando vivíamos em Floriano. São fantasias que nos deixam não um vazio, mas uma esperança latente de um dia retornar para vivermos momentos de mudanças na certeza de um futuro melhor para todos nós.

Retratos de JERUMENHA

Maria de Lourdes Batista de Melo  Esta é a minha mãe, dona Maria de Lourdes Batista de melo, professora hoje aposentada, filha de Roberto Corro e de dona Margarida Batista, mulher inteligente, decidida e disposta para o trabalho e para a educação de seus filhos. A foto ao lado ainda é dos anos sessenta. Nessa época cuidava da Escolinha Humberto de Campos, que ocupava uma das salas do Ginásio Joana Leal e mantida com subsídios da prefeitura de Floriano. Hoje, conviver harmonicamente com a família junto com o seu melo, seu esposo, comerciário aposentado, mas que arrasta ainda um forró pé de serra em sua oito baixos. A vida aé assim: de repente, estamos todos nós, sempre, ainda sonhando.

Dispersão Poética

  Na Praça da Saudade Não vou mais, poeta, fazer poesia; vou parar com essa fantasia; apenas vou cuidar de minhas homilias; até o fim do dia.