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Memória do Futebol

 Chicolé e suas histórias  CHICOLÉ - TINHA UMA POTÊNCIA MUITO GRANDE NO SEU CHUTE! ( Na foto ao lado, Chicolé é o ponta esquerda, quando jogava pelo Comércio em 1967 ) Os dois dias do mês de Junho do ano de 1948, na cidade de Floriano à Avenida Eurípides Aguiar, próximo ao Hospital Miguel Couto, o único da época, nascia um garoto robusto, filho de Lourival Xavier Lima (fiscal do BB / in memorian) e de dona Yolanda Primo Lima (doméstica do lar / in memorian), que mais tarde recebeu na pia batismal o nome de FRANCISCO CÉSAR LIMA. Tendo como irmãos - Leda, Valdir, Pompeu, Almerinda, Péricles, Rômulo e Maria do Socorro. É casado com dona Marilena, professora e mãe de três filhos: Robledo, Rebeca, Renata e um casal de netos, Layla e Ayslan. Chicolé (o estilista) tinha um estilo clássico de jogar, mestre na bola com a perna esquerda. Jogando, parecia que deslizava no gramado em câmara lenta, mas tinha um pique e o chute certeiro e forte, que decidiam muitos jogos em gramados de Flor...
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Faleceu Dona Raimunda

Faleceu, recentemente, a Dona Raimunda , que morou muito tempo ali na rua José Coriolano no cruzamento com a rua João Chico . Era a mãe dos nossos colegas de infância da rua o Zé (já falecido), Raimundo e o Zé do Egito. Era conhecida carinhosamente como Dona SIAMUNDA, era sorridente e comunicativa com os vizinhos. Mamãe que hoje tem 94 anos adorava conversar com ela sobre os assuntos do dia. Que Deus a abençoe e a receba na Santa Glória do Dos céus.

Histórias que o povo conta

  s Rapa-Cuias Colaboração: Dácio Borges de Melo (*) Quem anunciava a chegada do inverno eram as rapa -cuias. Pequenas pererecas de olhos esbugalhados, ágeis no pular e muito simpáticas. Seu cantar parecia o raspar de uma cuia. Daí o nome. Era uma graça, vê-las pulando de parede a parede. Tinha por elas um enorme carinho.   Aos primeiros cantos das rapa-cuias, todos diziam: ó, a chuva tá chegando.   Dácio Borges de Melo Um dia perguntei pra Mamãe: Como é que ela faz tanta zoada ? E ela disse: É que elas tão raspando a cuia. E pra que? - Perguntei, admirado. É pra guardarem água da chuva. Eu disse: e é? É, pra depois, quando a chuva passar, elas ficarem tomando banho de cuia. E quando a cuia secar? - Perguntei. Aí ela torna a cantar pra chuva  voltar.   Ainda procurei por um tempo, por entre telhas e paredes a cuia das rapa-cuias. Nunca encontrei nenhuma.   Mas o bom mesmo era correr pelas ruas, todo mundo saudando a chuva gostosa que chegava.   Todos d...

Retratos de JERUMENHA

  Casarão do vovô 1978 Saudade daquele é de não aguentar... Correndo pelos riachos com o sertão a serenar... Só me lembro do curral, do bezerro e da vaca e do jumento tatá... Ai que vontade de voltar...!!! As lágrimas me forçam pensar , ainda sofrer... Mesmo que eu fosse cego,  não iria suportar... expressões fascinantes de um sorriso zombador.

Dispersão POÉTICA

  Tardinhas Era de tarde, poeta, quando a gente se reunia, todo dia, para matar a saudade.

Retratos de Natal

    Feliz Natal  O tempo do Natal e do Ano Novo não é hora de falar em inimigos, e sim hora de recordar os amigos com ternura e bons desejos. Rachel de Queiroz

Dispersão POÉTICA

URUBU  Riacho do Urubu  Riacho doce  Em silêncio experimental  Não seria viral? Como se tudo na vida fosse Vital